POLYPS 3DVISÃO 360° DA RINOSSINUSITE
Diretriz

Etapa 01

Pré-requisito cirúrgico

RSCcPN confirmada com cirurgia nasossinusal prévia adequada — abertura ampla de maxilar, etmoide e esfenoide, com acesso frontal Draf IIa ou mais amplo — ou contraindicação cirúrgica absoluta.

?
Em dúvida sobre algum item? Sempre que aparecer este símbolo ao lado de um campo, clique nele para abrir a explicação: o que o item significa, como classificar e quanto vale cada resposta na pontuação final. Clique de novo para fechar.
Situação cirúrgica do paciente

Etapa 02 · Diretriz brasileira

Questionário de elegibilidade

Onze itens somam de 0 a 25 pontos. A partir de 14, há indicação de terapia biológica — e quanto maior o escore, mais forte a indicação.

Gravidade dos sintomas
a SNOT-22 0
Questionário de qualidade de vida nasossinusal com 22 itens, cada um de 0 (nenhum problema) a 5 (problema gravíssimo), somando até 110. Na pontuação da diretriz: abaixo de 20 não pontua, de 20 a 50 vale 1 ponto, acima de 50 vale 2 pontos.

Cole os enunciados da sua cópia licenciada nos campos abaixo.
Escala de resposta 0 Nenhum problema 1 Problema muito leve 2 Problema leve 3 Problema moderado 4 Problema grave 5 Pior problema possível
Total0 / 110
b Escala visual analógica 0
O paciente marca de 0 a 10 o quanto cada sintoma o incomoda. Avalie obstrução nasal e rinorreia separadamente — a diretriz considera o pior dos dois. Abaixo de 3 não pontua, de 3 a 7 vale 1 ponto, acima de 7 vale 2 pontos.

Obstrução ou congestão nasal

00,010

Rinorreia

00,010

Pior valor: 0,0

c Olfato 0
Escolha o teste psicofísico aplicado e informe o escore bruto — a classificação segue a Tabela 4 do Consenso brasileiro. Normosmia ou hiposmia leve não pontua, hiposmia moderada vale 1 ponto, hiposmia grave ou anosmia vale 2 pontos. O autorrelato do paciente não substitui o teste.

d Cirurgias nasossinusais prévias 0
e Ciclos de corticoide sistêmico no ano 0
Extensão da doença
f Escore de pólipos nasais 0
Graduação endoscópica, cada lado de 0 a 4
  • 0 — sem pólipos.
  • 1 — pólipos pequenos no meato médio, sem ultrapassar a borda inferior do corneto médio.
  • 2 — pólipos abaixo da borda inferior do corneto médio. Em quem já fez turbinectomia média, conta quando o pólipo alcança o topo do corneto inferior.
  • 3 — pólipos grandes alcançando a borda inferior do corneto inferior, ou pólipos mediais ao corneto médio.
  • 4 — pólipos obstruindo completamente a cavidade nasal inferior, tocando o assoalho.
Soma dos dois lados Zero não pontua, 1 a 2 vale 1 ponto, 3 a 4 vale 2 pontos, 5 ou mais vale 3 pontos.

Fossa nasal direita

Fossa nasal esquerda

Total: 0 de 8

g Extensão tomográfica 0
Lund-Mackay
  • Cada seio, por lado: 0 livre, 1 opacificação parcial, 2 opacificação completa.
  • Complexo óstio-meatal: apenas 0 quando pérvio ou 2 quando obstruído — não existe valor intermediário.
Total bilateral até 24 De 0 a 4 não pontua, 5 a 8 vale 1 ponto, 9 a 16 vale 2 pontos, acima de 16 vale 3 pontos.
DireitoEsquerdo Frontal Maxilar Etmoidal anterior Etmoidal posterior Esfenoidal Complexo óstio-meatal

Total: 0 de 24

Comorbidades tipo 2
h Asma 0
A gravidade é definida pelo tratamento necessário para manter o controle
  • Leve — controlada com tratamento de baixa intensidade, como corticoide inalatório em dose baixa conforme necessário.
  • Moderada — controlada com corticoide inalatório em dose baixa a média associado a broncodilatador de longa ação.
  • Grave — exige corticoide inalatório em dose alta com broncodilatador de longa ação, ou permanece descontrolada apesar disso.
A etapa 03 traz a avaliação estruturada por biomarcadores e controle.
i Intolerância a AINE ou AAS 0
O que caracteriza Reação respiratória — rinorreia, congestão nasal, dispneia — desencadeada por anti-inflamatórios não esteroides ou ácido acetilsalicílico. Quando somada a pólipos e asma, configura a doença respiratória exacerbada por aspirina, um fenótipo mais grave e de maior recidiva. Roteiro diagnóstico
  • Há sintomas respiratórios após uso de AINE?
  • O histórico reforça: mais de uma reação relatada, reação a dois ou mais AINEs diferentes, última reação há menos de cinco anos.
  • O quadro nasossinusal reforça: recidiva de pólipos, perda do olfato, asma moderada a grave, intolerância ao álcool, eosinofilia sanguínea.
  • Persistindo dúvida, o teste de provocação oral, brônquica ou nasal com aspirina confirma ou exclui.
Biomarcadores
j Eosinofilia sérica 0

Células por microlitro. Abaixo de 150 não pontua, 150 a 300 vale 1 ponto, acima de 300 vale 2 pontos.

k Eosinofilia tecidual 0

Por campo de grande aumento. Abaixo de 10 não pontua, 10 a 43 vale 1 ponto, acima de 43 vale 2 pontos.

Etapa 02 · Diretriz europeia

Critérios EUFOREA

Cinco critérios, sem pontuação cumulativa. Três ou mais indicam terapia biológica no paciente já operado.

Confirmada por eosinófilo sérico a partir de 150 células por microlitro ou eosinofilia tecidual a partir de 10 por campo de grande aumento. É o marcador biológico central da doença.
Vale tanto para quem precisou de corticoide oral para controlar a doença quanto para quem tem contraindicação ao seu uso. Sinaliza doença que não se controla só com terapia tópica.
Medida preferencialmente pelo SNOT-22. A literatura usa 40 como referência prática de impacto significativo.
Hiposmia importante ou anosmia, confirmada por teste psicofísico validado — UPSIT, Connecticut ou Multiscent-20. O autorrelato subestima a perda com frequência.
Na maioria dos casos compartilha o mesmo endótipo tipo 2 da polipose. Sua presença reforça a indicação e orienta a escolha da molécula. A etapa 03 detalha a avaliação.

Etapa 03 · Via aérea inferior

Fenótipo da asma

Biomarcadores que sugerem inflamação tipo 2. Basta um deles. Servem para classificar o fenótipo, não para decidir sozinhos a indicação.

A própria diretriz GINA separa as duas coisas: estes biomarcadores dizem se a inflamação é tipo 2, enquanto a indicação de biológico depende de exacerbações, corticoide oral e sintomas persistentes. Se eosinófilo ou FeNO vierem baixos na primeira medida, repita até três vezes com uma a duas semanas de intervalo — o corticoide suprime esses marcadores e mascara o fenótipo real.

Eosinófilo sanguíneo · células/µL

FeNO · ppb

Eosinófilo no escarro · %

Indicação pela via inferior

Critério de biológico para asma

Diferente dos biomarcadores acima. Qualquer um destes já configura indicação.

Exacerbações no último ano

Controle nas últimas quatro semanas

Teste de controle da asma

Cinco perguntas, cada uma de 1 a 5. Cole os enunciados da sua cópia licenciada.

Escore abaixo de 20 indica asma não controlada, de 20 a 24 parcialmente controlada, e 25 totalmente controlada. Alimenta o critério de controle da asma no acompanhamento.

Etapa 04

Elegibilidade

Resultado conforme a diretriz selecionada na barra superior, recalculado a cada alteração.

Etapa 05 · Seis meses após o início

Resposta ao tratamento

Quatro ou cinco critérios caracterizam boa resposta, de um a três resposta moderada, e nenhum indica falha terapêutica.

Etapa 06

Laudo

Redigido a partir de tudo que foi preenchido nas etapas anteriores. Complete a identificação e o histórico, gere e revise antes de assinar.

Identificação

Paciente

Data

Médico e registro

Histórico

Cirurgias realizadas e datas

Tempo até a recidiva

Tratamento tópico em uso

Finalidade

Molécula, se já definida

O texto do laudo aparece aqui depois de gerado.
ABORL-CCF SNOT-22 0 NPS 0 Lund-Mackay 0 ACT 5 Escore 0